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O Brasil atingiu uma pontuação de 60 em 100 no primeiro levantamento do Índice de Saúde do Oceano (publicado na PLOS ONE, em abril de 2014 – veja ao lado).  Dados regionais substituíram dados globais de alguns componentes sobre pressões e resiliência em todas as metas, e substituíram outros dados em componentes de 4 das 10 metas.

Pontuações para cada meta do Índice foram calculadas para os 17 estados costeiros brasileiros (veja mapa abaixo),

Mapa com pontuações para cada estado­­­­­

0
25
50
75
90
100
no data

--

OVERALL SCORE

(Out of 100)

Goal
Score
Food Provision
Mariculture
Wild Caught Fisheries
Artisanal Fishing Opportunities
Natural Products
Carbon Storage
Coastal Protection
Coastal Livelihoods & Economics
Coastal Livelihoods
Economies
Tourism and Recreation
Sense of Place
Iconic Species
Lasting Special Places
Clean Waters
Biodiversity
Habitat
Species
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Result Details

Goal
Score
0
25
50
75
90
100
no data
Overall
Food Provision
Mariculture
Wild Caught Fisheries
Artisanal Fishing Opportunities
Natural Products
Carbon Storage
Coastal Protection
Coastal Livelihoods & Economics
Coastal Livelihoods
Economies
Tourism and Recreation
Sense of Place
Iconic Species
Lasting Special Places
Clean Waters
Biodiversity
Habitat
Species
60
36
6
42
62
29
89
92
52
56
48
31
48
47
48
77
85
95
74
Region Rankings
Score
Region Average
60
Alagoas
Amapa
Bahia
Ceara
Espirito Santo
Maranhao
Para
Paraiba
Pernambuco
Piaui
Parana
Rio de Janeiro
Rio Grande Do Norte
Rio Grande Do Sul
Santa Catarina
Sergipe
Sao Paulo
55
62
66
56
57
57
55
55
60
47
60
71
50
60
62
54
66

LEVANTAMENTO PARA O BRASIL: ESTUDO DE CASO

TOP 5 CONCLUSÕES DO ESTUDO

(veja ao lado link para o estudo completo)

1) Áreas Especiais variou entre 10 (Piauí) e 98 (Amapá).  Essa sub-meta usou uma base de dados nacional de Unidades de Conservação e Terras Indígenas. O estado do Amapá liderou os demais com uma pontuação de 98, pois quase atinge o valor de referência de 30% de proteção da faixa costeira compreendida entre 1 km para terra e 3 milhas para o mar. 

2)
 Aquicultura (sub-meta de Provisão de Alimentos) atingiu baixas pontuações em todos os estados, exceto Santa Catarina. Pontuações baixas se devem a produção abaixo da referência ou à produção de espécies de forma não sustentável, em especial o camarão-branco-do-pacífico (Litopenaeus vannamei), cujo cultivo pode gerar perdas severas de manguezal, erosão costeira, poluição, conflitos de uso da terra e perda de modos de vida tradicionais. Essa espécie é mais comumente produzida em estados do nordeste. Estados como Santa Catarina e Paraná, por outro lado, tiveram pontuação elevada devido ao cultivo de moluscos que é considerada uma atividade mais sustentável. 

3) Turismo e recreação obteve pontuações que variaram de 1 (Pará) a 100 (Rio de Janeiro). Estados no norte e sul do Brasil obtiveram as menores pontuações (com exceção de Santa Catarina), por terem pouca atividade turística associada ao mar, considerando o tamanho de suas costas. 

4) Metas baseada em habitats, incluindo Armazenamento de Carbono, Proteção Costeira e a sub-meta Biodiversidade, obtiveram altas pontuações na maior parte dos estados, com exceção do Rio Grande do Norte, onde a rápida expansão da carcinicultura tem levado a altas taxas de perda de manguezal.

5) Águas Limpas teve pontuações que variaram de 31 (Piauí) a 90 no Amapá e 95 (São Paulo). Amapá, um estado menos desenvolvido com pouco acesso ao saneamento básico e serviço de manejo do esgoto, mas baixa densidade populacional pontuou quase tão bem como São Paulo, um estado desenvolvido e densamente povoado. 

Para mais informações

Artigo sobre o Levantamento para o Brasil na PLOS ONE

Dados das pontuações do Brasil por estado

ACESSE DADOS ADICIONAIS 

Sumário do levantamento do Brasil

Press Release do levantamento do Brasil 

OHI+ ESTUDO DE CASO

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